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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Um conto de fadas em verso.

Ando eu a navegar
pelas palavras enternecida
quando aparece uma fada
a da Bela adormecida

Com varinha de condão
faz magia com a varinha
e puf, em apenas um esticão
começo a escrever
a história de vida minha

Com essas escrevo aqui
qual inspiração que me dá
Mas quando o cansaço vem
aparece a fada má

Essa vil e mesquinha
não me deixa escrever
adormece minha mãozinha
e não sou capaz de me mexer

Raios partam a velha má
Mas quem ela pensa que sou?
vou mostrar-lhe quem manda aqui
Ficar parada é que não vou.

E liberto-me deste fardo
vou em frente no caminhar
pelas palavras abro o caminho
e não deixo o sono me matar.

Sigo em frente contra a maré
o meu príncipe está à espera
e eu presa mas com fé
chego ao destino qual quimera

Meu destino é escrever
escrever é a minha sina
Ser feliz com as palavras
É o desejo da Rainha

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Sofro por te amar.

Quando mais preciso de ti
mais longe estás de mim.
Pergunto ao vento por quê
mas ele não me diz.

Procuro-te toda a noite
mesmo quando estás longe.
E quando estás perto
meu pensamento foge.

Onde estás? Pergunto eu.
Estou aqui. Dizes-me tu
Isso sei eu. Respondo.
Mas não sabes que o mundo é redondo?
Não entendi. Dizes mais uma vez.
Se entendesses não precisava de explicar,
que tanto sofro por te amar.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Aquilo que sinto cá dentro.

O silêncio que paira cá fora
não é o silêncio cá de dentro
pois o meu coração chora
numa angústia do sentimento.

Uma nuvem toldou meu pensamento
e escureceu minha alma no momento
e água do céu caiu em força
só para que ninguém ouça
aquilo que sinto cá dentro.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

O que será?

Será loucura isto que sinto?
Será amargura do meu coração?
Será incerteza no meu íntimo?
Será insegurança na imensidão
de todo o meu ser?

Será um destino destinado
ao fracasso de uma vida a dois?
Ou será a tristeza ou um fardo
daquilo que vem depois?

Será demência ou clemência?
Será cansaço ou desinteresse?
Será apenas decadência?
Será apenas inocência
deste meu pensar?

Será?
Não sei.
Sei apenas que por te amar
mil loucuras já fiz.
Gostaria de regressar
a esse tempo onde brincar
era o momento de ser livre,
de voar, de amar
de ser feliz.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Desafio todos vocês, queridos leitores.

Boa tarde a todos os leitores e amigos. Hoje lembrei-me de relembrar como era este blogue desde o início. Começou por ser apenas uma maneira de treinar a minha escrita. Como ainda não conhecia o meu público alvo, decidi escrever os mais variados posts. Primeiro concentrei-me a escrever sobre temas mais femininos.  Escrevi sobre a alimentação, postei algumas receitas de doces e afins, escrevi sobre coisas um pouco mais íntimas, até que comecei a escrever também coisas relacionadas com a política e as actualidades do nosso país. Entre esses post mais abrangentes, de vez em quando escrevia também alguns poemas. Mais tarde, mais propriamente um ano depois, arrisquei a escrita do meu primeiro manuscrito digital: " A Casa das Rosas". Queria descobrir quem era afinal o meu público a quem queria dirigir a minha escrita. O tempo foi passando e felizmente que existem as redes sociais, se não fosse isso o meu querido blogue estaria quase fadado ao anonimato. Mas não totalmente, pois já antes do facebook, o blogue já contava com mais ou menos 4.000 visitas. No entanto, os leitores não eram constantes. Visitavam o blogue por curiosidade e depois desapareciam. Só tornavam a aparecer caso fossem pesquisar assuntos específicos.

Devido à minha participação activa nas redes sociais, primeiro no facebook, depois no twitter, consegui descobrir afinal quem é realmente o meu público alvo. Assim sendo e depois da minha presença na TVI, a avalanche de visualizações tornou ainda mais público o meu site. Em apenas 2 meses teve um aumento de 8.600 visitas. Neste momento, após 20 meses no ar, já ultrapassou as 16.600 visualizações. Quero agradecer a todos, pois isso só foi possível por causa de vocês, meus queridos leitores e amigos.
Muito obrigada!

Desde já devo dizer também que tenho mais algumas ideias para o futuro da Rainha. Agora, concentro-me mais na poesia. Mas para além disso, pretendo no próximo ano que vem, alargar os horizontes e escrever a Casa das Rosas II. Também gostaria de ter uma maior colaboração do público para sugestões de assuntos e comentários. Quero tornar o site mais dinâmico e interactivo. Conto convosco para que tal aconteça.

Tenho um desafio para todos vocês: Vamos fazer da rainha um lugar aprazível para todos os amantes da literatura? Que tal, aceita o desafio estimado leitor?

Cumprimentos,
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Acreditar!

Acreditar!
Em mim e em ti,
em nós, em alguém.
Saber que sobrevivi.
Que posso ir mais além.

Acreditar
é seguir em frente,
é não olhar para trás,
é seguir o caminho adiante,
deixar para trás as coisas más.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

O que levo para 2013?

O que levo para 2013?
Levo as asas de um condor
que me dê a liberdade
de ter amizades e amor.

O que levo para 2013?
Novidades e surpresas
com todas as certezas.

O que deixo cá?
Deixo as guerras, as tristezas.
Deixo as vidas desgraçadas.
Deixo poemas que ficaram
para as pessoas que deles gostaram.

O que deixo cá?
Deixo a pobreza e a Morte.
Deixo o frio para trás.
Deixo os ventos egoístas.
Deixo cá as coisas más.

Levo comigo apenas amor.
Levo sorrisos e alegrias.
Levo comigo, apenas o melhor!

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Obrigada, queridos leitores!

Obrigada, queridos leitores
por estarem sempre aqui,
vocês são uns amores
e eu gosto de vocês assim.

Obrigada pelos comentários
obrigada pelas visitas
é por causa de vocês
que os postes são catitas.

Mais um ano que passei
na vossa companhia.
Que seja melhor ainda
para o ano que vem,
para a minha e vossa alegria.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Que venha 2013!

Este ano está a terminar
outro ano há-de vir
para me fazer sonhar
para me fazer sorrir.

Que bons ventos tragam
boas notícias para todos,
que levem todos os engodos
e as coisas que amargam.

Que venha 2013
com muitas novidades
e que afaste de mim
todas as maldades.

Que venha o novo ano
para me fazer sonhar
para me fazer sorrir
e cada vez mais te amar.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Noite de consoada

Na noite de consoada
a solidão é permanente
É pena, a rabanada
não ser para toda a gente.

Na noite de consoada
o frio aperta no peito
de tal forma insatisfeito
em gente que não tem nada.

Na noite de consoada
não há amor como dizem
apenas existe frio
e uma solidão danada.

Na noite de consoada
muitos choram com fome
ninguém lhes dá nada
ninguém pega no telefone
para fazer uma chamada.

Na noite de consoada
esta é a triste realidade
daqueles que não têm nada
Oh, que grande maldade!

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Para que serve o Natal?

Bom dia caros leitores. Visto nos encontrarmos numa época chamada Natal achei por bem falar hoje sobre isso. O Natal começou por ser inicialmente uma festa pagã. Mais tarde, esta festa em honra do sol foi introduzida no cristianismo. Segundo muitos, o Natal é a festa do nascimento de Cristo. Será mesmo? Pense no seguinte. A bíblia diz que quando Jesus nasceu, os rebanhos pastavam nos campos. Como é que é possível que em pleno mês de Dezembro os animais estivessem na rua? Não é possível. Existem factos históricos que comprovam que Jesus nasceu em Belém meses antes de começar o Inverno. Então, se assim é para que serve o Natal? Boa pergunta. Mas eu não estou aqui para desafiar as suas crenças. Apenas quero que raciocine comigo.

Numa tentativa de perceber para que serve o natal  fiz uma pequena pesquisa e finalmente percebi. Quem é que normalmente acredita no Pai Natal? Apenas as crianças gostam de acreditar que esse senhor barrigudo e bonacheirão existe mesmo. Faz parte de ser criança prolongar o sonho mesmo sabendo que esse personagem é inventado. E isso não acontece apenas com as crianças. Nós, os adultos também gostamos de sonhar. E quando o sonho faz parte de uma tradição que passa de geração em geração, decidimos prolongar o momento porque nos sentimos bem com a ideia de fantasia uma vez por ano. 

Assim sendo, o espírito de natal envolve-nos numa nuvem de sentimentos de paz, amor, compreensão, solidariedade, abnegação, alegria, o sentido da família toda reunida. Será que importa assim tanto saber se a história é verdeira? Cabe a cada um de nós decidir em que acreditar. Cabe a cada um de nós decidir a melhor forma de encarar a vida. Desde que este dia seja aproveitado como momento de reflexão e de renovação interior, é isso que importa. Pelo menos para mim.

Desejo a todos os leitores, crentes ou não, um feliz dia de Natal. 

Cumprimentos, 
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

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