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terça-feira, 25 de abril de 2017

Que o dia 25 de Abril de 1974 nunca seja esquecido!

Imagina que o tempo voltava para trás. Imagina-te em 1974, a escrever apenas em papel, a escrever com medo de ser repreendido pelas tuas opiniões, imagina-te a fugir da polícia da época só porque disseste que não gostavas de alguém pertencente ao governo, imagina-te a ouvir apenas uma estação de rádio manipulada pela mídia, imagina-te a sufocar com as palavras na garganta enquanto vias e ouvias aquilo que não querias, nem concordavas. Sim, imagina-te a viver nessa época, em que as pessoas eram censuradas por serem elas mesmas, em que os livros eram criteriosamente escolhidos para que as mentes da população continuassem fechadas.

Ainda bem que vivemos no século XXI! Ainda bem que isso já não acontece no nosso País. O maior avanço não foi o tecnológico, mas sim o  avanço da mente aberta, da liberdade de opinião. Felizmente já nasci numa época em que a liberdade estava a florescer. E essa liberdade permite que eu hoje diga e escreva aquilo que penso. Essa liberdade permite que eu tenha um blogue e possa escrever sobre as coisas que eu gosto sem me preocupar, sem ter medo. O sentimento de medo é o oposto do sentimento de liberdade. Com medo, não existe liberdade, porque a liberdade vem de dentro. Só somos realmente livres quando podemos expressar aquilo que sentimos.

Viva a liberdade! Que o dia 25 de Abril de 1974 nunca seja esquecido!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Dia Mundial do Livro e de todos os Autores, Escritores e Afins

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje senti-me especialmente feliz porque se comemorou o dia Mundial do Livro, do Escritor e dos meus direitos enquanto Autora. Andei inspirada durante todo o dia e escrevi entre outras coisas, dois poemas que merecem todo o destaque aqui no blogue porque foram sugeridos por um atento leitor. O Rafael, deu-me duas imagens que me inspiraram profundamente. A primeira, de uma porta, a segunda de uma embarcação. Falarei destes dois poemas a seguir. Entretanto passei pela Bertrand, uma das minhas livrarias preferidas e só saí de lá duas horas depois de me embrenhar na leitura de alguns livros que me despertaram curiosidade. Um dos quais, veio comigo de caminho para casa. Falarei dele mais tarde também, aqui no blogue. Foi um dia que correu particularmente bem, já que me permitiu sonhar outra vez.

sábado, 23 de abril de 2016

Dia Mundial do Livro

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje é dia mundial do livro e dos direitos de autor, como tal não poderia deixar passar esse dia sem agradecer a todos os leitores que me acompanham diariamente aqui no blogue. É a escrita que nos une!


sábado, 2 de abril de 2016

Dia Internacional do livro infantil



Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje celebra-se no mundo inteiro o dia Internacional do Livro Infantil.

Eu cresci com muitos livros, mas aqueles que me moldaram e me transformaram na pessoa que sou hoje, indico agora com muito orgulho. Quem se lembra dos livros da Anita? Ou da colecção Uma Aventura? Eu cresci com eles.

E vocês? Quais foram os vossos livros de infância preferidos?

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O Mar



É este mar que me inspira.
Há uma força que me domina,
que me impele a escrever.

Com os cabelos ao vento,
aproveitando o momento...
Isto é que é viver!

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Corações Vale Figueira - Dia mundial da poesia


Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje tive o privilégio de conhecer mais uma Associação Cultural Portuguesa na qual tive todo o prazer em participar com a leitura de alguns poemas meus e também de outros autores.

Amanhã celebra-se o dia mundia da poesia. Por isso existem diversas actividades de norte a sul do País,cujo objectivo é a promoção da nossa Cultura.

Abaixo podem ver algumas fotos deste dia.






domingo, 5 de abril de 2015

Lançamento do Livro: " Malanje - Suas Gentes"



Queridos leitores e amigos da Rainha, no próximo dia 11 de Abril pelas 14 horas, no Centro Cultural Casapiano, na Rua dos Jerónimos nº 7 A em Lisboa, será lançado o livro: " Malanje - Suas Gentes" do Autor Lito Martin.

Convido-vos a conhecer esta magnífica obra que nos remete para um passado bem vivo das gentes que lá passaram ou que por lá, continuam a viver.


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Para que servem as "aspas" ?

Queridos leitores e amigos da Rainha, já percebi que existe muita dificuldade em perceber o que são aspas. Então, vamos lá desmistificar esta ideia!

Quando estamos perante um texto que é nosso, não faz sentido coloca-las. No entanto, quando queremos postar um texto no qual o autor seja outro, temos de usa-las obrigatoriamente, para não confundir as pessoas que lêem. 

Mas apesar de existir muita gente que sabe escrever, infelizmente muitos há que não sabem ler. Sim, é verdade! A aliteracia existe e tem de se combatida através dos alertas de quem entende do assunto. 

Na escola, aprendemos a assimilar a matéria e a despejá-la literalmente num teste. E para quê? Para continuarmos na mesma, sem conhecimento de causa. Por isso, não é incomum que a maioria das pessoas não saiba o que são aspas, nem para que servem. Elas não têm culpa de não saberem, o sistema de ensino é que não é dos melhores.

Agora, espero que com este post seja reposta a verdade sobre as aspas e que da próxima vez que escrevermos qualquer coisa que não seja nosso nos lembremos delas. Quanto aos leitores, não interpretem como minhas as palavras nas quais tenha colocado aspas. Se têm aspas, as palavras são de outra pessoa. Se as postei ou referi ( "com aspas") foi apenas porque gostei. 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Apresentação do livro: "Enquanto dormias " - de António Portela


Queridos leitores e amigos da Rainha, no próximo dia 21 de Dezembro de 2014 às 16h haverá a apresentação do livro " Enquanto dormias" do Escritor António Portela. A apresentação terá lugar no Auditório do Centro Comercial: "O Pescador" na Costa de Caparica.

Será, sem dúvida um excelente momento cultural que envolverá poesia no seu mais alto requinte. Apareça por lá!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Livro Amigo - Natal 2014


Queridos leitores e amigos da Rainha hoje quero falar-vos sobre um projecto gerido pelo Escritor Fernando Alagoa. 

O evento: "Livro Amigo - Natal 2014", trata-se de uma iniciativa solidária para ajudar instituições com maior carência financeira. Aliados a isso, estão os livros. Porque eles também podem alimentar a alma de muita gente. Para saber mais sobre este projecto acesse os links que indico aqui em baixo.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A última Tertúlia do Ano

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje foi realizada a última tertúlia do ano 2014. Para o ano que vem haverão muitas mais, assim eu espero. Hoje apenas quero partilhar convosco estes agradáveis momentos através das próximas imagens.






quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Reconhecimento Internacional


Queridos leitores e amigos da Rainha, sinto-me lisonjeada por este certificado acabadinho de chegar do Brasil. É tão bom, quando somos reconhecidos por algo que já fazemos há muitos anos. Melhor ainda é saber que somos reconhecidos internacionalmente.

Desde criança que escrevo e há cerca de uns anos para cá, tenho investido o meu tempo na divulgação de diversos acontecimentos culturais. Faço isso por gosto. 

Este é o meio onde me sinto completamente em casa. A Escrita, a Literatura, a Arte, a Cultura, o Empreendedorismo... são temas que farão sempre parte da minha vida. 

Tenho de agradecer ao Movimento União Cultural pelo carinho e pela atenção que têm demonstrado desde que me consagrei membro do mesmo em Janeiro de 2014. 

Sei que tenho ainda mais para fazer nesta área. As ideias são imensas, por isso trabalho todos os dias nesse sentido. Gosto de procurar novas ideias em sites, em outros blogues, em revistas, em filmes, em livros... enfim. Tudo o que me der um bom motivo para aprender, já é importante.

A minha missão é esta: Enaltecer a arte e a cultura o melhor que eu puder. Divulgar e incentivar os novos talentos das mais diversas áreas, tais como Literatura, Música, Arte e Cultura, Mostrar ao mundo inteiro a minha escrita, seja ela poesia ou prosa. Sonhar e inspirar os outros a sonhar também e a lutar pelos seus sonhos. 

Eu, quando era pequenina, dizia aos adultos que um dia seria uma grande Escritora. Eles riam-se e não acreditavam. Hoje, sou muito mais do que apenas isso.

SOU Escritora, Empreendedora, Activista cultural e Conselheira Cultural a nível Internacional. Hoje, sou eu que sorrio em frente ao espelho e digo: Já sou Escritora e já sou reconhecida como tal.

Obrigada Movimento União Cultural e obrigada meus queridos leitores por continuarem desse lado. 

A Rainha é um sonho, que se tornou realidade!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Quando as Luzes se apagam - de Rô Mierling



Queridos leitores e amigos da Rainha, durante o mês de Novembro divulgarei dois livros em forma de parceria. Foi-me solicitado este trabalho e como não podia deixar de ser, aceitei de bom grado fazer parte deste projecto. O que ganho com esta parceria? Apenas a satisfação de poder ajudar alguém que, tal como eu, respira Literatura. Ainda não conheço as páginas do livro, mas quando tiver a oportunidade de o ler, farei, com certeza, uma resenha acerca do assunto do mesmo. 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Primeiro Festival da Marmelada Branca de Odivelas

Imagem retirada da Internet

Queridos leitores e amigos da Rainha, no próximo fim-de-semana, dias 10, 11 e 12 de Outubro, vai realizar-se o primeiro Festival da Marmelada Branca de Odivelas, junto ao Mosteiro de S. Dinis em Odivelas. A famosa Marmelada Branca é um doce único no mundo e típica deste lugar.

O Mosteiro de S. Dinis, foi mandado construir pelo Rei D. Dinis e foi erigido no ano 1295. Muitos segredos guarda este Mosteiro! Os Templários, a filha ilegítima do Rei, as modificações do edifício devido ao Terramoto de 1755, o segredo da Marmelada Branca... muitas são as lendas e as tradições há muito esquecidas que habitam este sereno lugar.

Como Portuguesa que sou, gosto bastante desta época da história. Reis e Rainhas, Príncipes e Princesas!... Ou não fosse eu também Rainha (das Insónias). Gosto especialmente do Rei D. Dinis, pela importância que teve para a Literatura e Cultura, Portuguesas. Era o Rei Trovador, o Rei Poeta. Muitas foram as Cantigas de Amor, as Cantigas de Amigo e as Cantigas de Escárnio e de mal-dizer, que ele próprio escreveu e muitos foram os livros que traduziu para um Português arcaico, bastante avançado para a época.

Não sei se é a aura de mistério que me fascina, mas a verdade é que não consigo ficar indiferente. Por isso, estarei com certeza presente neste espaço num destes dias para apreciar os doces conventuais e ao mesmo tempo viajar uns séculos atrás, através da visita ao Mosteiro.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Lançamento Mundial do livro: "Alabardas" de José Saramago


Eu estive lá. Entrei naquele Teatro com uma vontade imensa de voltar ao passado para resgatar o autor do livro. Saramago mantém viva a chama literária que ainda hoje consumo regularmente. Como costumo dizer, na minha escrita existe a influência de escritores vários, mas um sentimento maior paira apenas sobre dois. Fernando Pessoa, na Poesia; José Saramago, na Prosa.

Apesar de se apresentarem mediante diferentes registos literários, dois géneros bem distintos, têm algo em comum. Ambos têm a alma repleta de indagações que deixam transbordar cá para fora. Na escrita, mais importante do que a eloquência das palavras, é o seu conteúdo. E é no conteúdo, que poucos lhes conseguem fazer frente.

E já que falamos de fazer frente, é importante frisar a importância de se fazer frente ao estabelecido. Saramago era um homem que fazia questões. Questionava-se sobre a vida humana, os valores sociais, as nossas heranças políticas, questionava-se sobre coisas que não lembram a ninguém. Era um fenómeno, como todos sabemos. No meu entender, José Saramago tinha uma missão, um objectivo bem definido do que tinha para fazer enquanto ser humano. Essa missão, penso eu, ainda não terminou.

Mas falemos do seu mais recente e último livro, que ficou inacabado. Inacabado na história que ele queria contar, mas eterno naquilo que Este nos permitirá questionar nos dias de hoje, ou séculos mais tarde.

O livro que tenho em Mãos, trata-se de uma história ficcional mas de interesse geral. Uma dúvida bailava na cabeça do Escritor: "Porquê nunca houve uma greve numa fábrica de armamento? ". Uma excelente questão, sem dúvida. Há greve dos transportes públicos, greve das forças de segurança, greve dos sindicatos das fábricas, greves, greves, greves,... muitas até, que são desnecessárias. Mas porque motivo afinal, nunca aconteceu uma greve "numa fábrica de armamento"? Ou será que houve e ninguém soube? E, por que é mais fácil fazer guerra, do que fazer paz? Estas eram as questões que preocupavam Saramago.

No seu livro "Alabardas", José Saramago dá voz às suas dúvidas através de uma história relevante para os nossos dias. Só é pena, de facto, não ter conseguido terminar o seu raciocínio antes de falecer. Após a leitura do inacabado Romance, podemos imaginar o final que Saramago desejava. Através das suas inquietações, mesmo sem poder terminar a história, podemos saber a resposta.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Novidades da Semana

Queridos leitores e amigos da Rainha, eu sei que andam mortinhos por saber as novidades. Então aqui vai.

Leitura

Tenho lido algumas coisas mas há um autor ao qual tenho dado mais atenção esta semana. Fernando Alagoa, é o seu nome. Alagoa é o autor da saga: "Senhores do Universo", a qual recomendo vivamente.

Cultura

Brevemente iniciam as Tertúlias da Gandaia, na Costa de Caparica. Estou desejosa de rever tão nobres e amigos poetas que dela fazem parte.

Literatura

Estarei no próximo sábado na apresentação do livro de poesia: "Calmas Margens", do poeta José Carlos Moutinho. 

Escrita

Todos os dias escrevo alguma coisa. A poesia é Rainha, no entanto escrevo um pouco de tudo por treino e por hábito.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Convite: "Calmas Margens" de José Carlos Moutinho.


Queridos leitores e amigos da Rainha, no próximo Sábado, dia 27 de Setembro, realizar-se-à uma apresentação do livro de poesia: "Calmas Margens" de José Carlos Moutinho. 

A apresentação será às 16 horas no Hotel Real Palácio, na Rua Tomás Ribeiro, nº 115, em Lisboa.

Lá estarei, se Deus quiser, para apreciar a poesia deste querido Poeta e amigo. 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Vinte anos de escrita, reconhecida há apenas três.

Sempre gostei de escrever. Desde pequena que vivo rodeada de livros, cadernos, canetas e todo o tipo de material de expressão plástica, como tintas e pincéis. As artes, a cultura e a literatura caminham lado a lado comigo desde que me lembro. Faz precisamente vinte anos que criei este gosto, esta paixão de vida. Durante anos vivi este sonho camuflada por outras coisas. As pessoas não me conheciam, por isso, não podiam reconhecer o meu trabalho. De vez em quando mostrava à minha família ou a alguns amigos aquilo que escrevia. Eles diziam: "Muito bem!!!" E não acontecia mais nada. Andava nos escombros de um sonho, perdida nos mares da escrita, despejava versos a torto e a direito como consolo, da minha vida anónima, porém feliz. Estreei-me nos diários, passei pela poesia, escrevi algumas aventuras que se foram perdendo no tempo. Aventuras que ninguém chegou a ler, porque as destruí achando que não valiam nada. Outras, foram parar ao lixo nem sei como. Talvez por ter o hábito de espalhar papeis pelo quarto cheios de gatafunhos. A minha mãe queria tudo arrumado e acabava por deitar fora autênticas obras de arte sem reparar nisso. Eu às vezes dava por falta, mas voltava a escrever tudo outra vez. Claro que ao escrever novamente a mesma coisa, perde-se a verdadeira essência. A história muda transformando-se numa outra coisa qualquer. Quando saí de casa aos 20 anos de idade, acabei por perder alguns manuscritos que guardava religiosamente. Tive muita pena, porque nessa altura já achava que estava perante eternas relíquias que não queria perder. Os anos passaram e a vontade de ser reconhecida por esta arte continuava a martelar-me o espírito. Até que abertas as portas das novas tecnologias atirei-me de cabeça para aquilo que viria a ser um projecto a longo prazo. Em Abril de 2011 nascia uma Rainha que não tinha sono e foi ela que me deu a ideia que se prolongou até hoje. A Rainha das Insónias têm-me dado muitas alegrias. Foi a forma que eu encontrei para mostrar a minha escrita ao mundo. Por causa dela conheci pessoas extraordinárias de talentos únicos! Além disso, a gestão diária das redes-sociais tem da mesma forma possibilitado travar conhecimento e fazer amizades com pessoas das áreas com as quais tenho maior afinidade. Há 3 anos que faço este trabalho. Não o faço por achar que vou ficar rica. Faço-o porque amo aquilo que faço. Adoro escrever, adoro ler, adoro sonhar, adoro conhecer pessoas das artes, da cultura ou da literatura. É por isso que continuarei a escrever. Porque é o meu propósito de vida. Sei que nasci para, com as minhas palavras, fazer a diferença na vida de alguém. Como todos sabem, além do meu blogue, também escrevo para outros sites e blogues, já participei em duas colectâneas de poesia e estou muitas vezes presente em eventos culturais. No entanto, por falta de recursos financeiros, ainda não foi possível editar os meus livros que estão de momento pendentes. Isso é que me deixa triste. Mas um dia eu vou conseguir! Disso não tenho a menor dúvida. Na altura certa eles sairão cá para fora e farão de mim a pessoa mais feliz deste mundo. Gosto de pensar que ainda não aconteceu porque há, de facto um tempo certo para tudo. Enquanto espero, aperfeiçoo o dom que me foi dado à nascença. Vou, com certeza, continuar a lutar por dias melhores.  

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

"Deixa-me amar-te", de Rúben Correia. - Epílogo



Foi a caminho da minha Cidade que li todo o enredo. Saboreei cada página a cada solavanco do Autocarro. Ao entrar no Metropolitano já ia a meio do livro tentando imaginar o fim. Devorava cada palavra desta novela onde os personagens falam de amor. E porque o amor não é linear, nem igual para todos, li com toda a atenção sobre as diferenças amorosas dos jovens personagens desta história.
  
Rúben escreve com o coração e ao coração dos leitores mesmo sendo bastante jovem. E tal como um Eça de Queirós ou um Camilo Castelo Branco, explanou o assunto do amor numa novela amorosa dos nossos dias. O interessante não foi o facto de o ter feito, mas a forma como o fez. 

Como leitora, gosto de me sentir dentro da história, viver e sentir o mundo dos personagens. Gosto de ler sobretudo livros que me levem para longe fazendo-me sonhar, fazendo-me esquecer por momentos onde estou e porque estou ali. Rúben conseguiu fazer isso. Deixei-me levar pela história e esqueci-me do resto. Cada página que virava, um suspiro eu lançava. Era imensa a vontade de continuar a ler! Até que findo o meu percurso, cheguei ao fim do livro com a sensação de ter lido um clássico de outros tempos. Foi como se uma brecha no tempo se abrisse enquanto me embrenhava na leitura. Quando terminei, tive vontade de repetir. Tive, de facto, vontade de ler tudo outra vez! E foi o que fiz, no regresso a casa. 

Esta, não é uma história de amor tipo conto de fadas. Não há príncipe, nem princesa, nem amor eterno. No entanto, fascinou-me o facto de me sentir dentro da história, tornando-a quase real. O fim poderia ter sido: E viveram felizes para sempre... Mas será que o amor é sempre assim? Poderá a felicidade no amor durar a vida inteira? Quem me dera que assim fosse, ou não fosse eu uma eterna sonhadora!

domingo, 14 de setembro de 2014

Compromisso Literário!


Queridos leitores e amigos da Rainha, digam olá ao mais recente livro da minha estante. "Deixa-me Amar-te" trata-se de uma novela romântica escrita por um jovem escritor. 

Rúben Correia, natural dos Açores tem apenas 17 anos, mas com um talento e uma maturidade que se vê a olho nu. Ontem, dia 13 de Setembro, fui à apresentação do seu novo livro. Não resisti ao chamamento das letras e acorri ao compromisso literário de o comprar e de o ler assim que possível.

O tema do amor tem muito que se lhe diga, por isso vou ler com toda a atenção o que o autor quer por sua vez transmitir. Depois de o ler até ao fim farei uma pequena resenha para dar a minha opinião pessoal sobre a leitura do mesmo.