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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Treze - de Vasco Vilhena


Quando conheci o Vasco, desconhecia todo o potencial que Este aspira. De uma forma banal tornou-se meu colega de trabalho e ofereceu-me um CD. Confesso que no início não liguei muito, mas um dia decidi que ia ouvi-lo. Ao princípio não gostei. As músicas são alternativas demais para mim, que sou fã incondicional dos clássicos. No entanto, fui convivendo com esta alma humilde, alegre, sonhador e apercebi-me que valia a pena dar mais atenção ao CD que tinha nas minhas mãos.

Certa noite de insónia, queria escrever alguma coisa, mas não estava a conseguir. Primeiro decidi ligar o rádio. Como não resultou, fui buscar o CD do Vasco. Ao ouvir, senti a música de uma forma bem diferente daquela que inicialmente tinha escutado. O que me inspirou a escrever algumas coisas bem interessantes! 

Hoje, decidi escrever sobre isto. Treze, é o CD que o vento trouxe até mim. Treze, é uma caixa de surpresas. Treze, é um misto de sentimentos. Treze é um CD que nos faz pensar no amor.Tenho várias músicas preferidas, mas uma delas é a "Pradaria de Alfazemas". Também gosto do tema: "Bloco de notas" devido à sua irreverência.

Já não consigo dissociar o CD do próprio músico. Vasco Vilhena é um fenómeno da música alternativa e está em constante crescimento a nível profissional e pessoal.

Convido todos a procurar o trabalho deste artista no respectivo site ou nas redes-sociais. Deixo aqui em baixo os links para o efeito.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

"Deixa-me amar-te", de Rúben Correia. - Epílogo



Foi a caminho da minha Cidade que li todo o enredo. Saboreei cada página a cada solavanco do Autocarro. Ao entrar no Metropolitano já ia a meio do livro tentando imaginar o fim. Devorava cada palavra desta novela onde os personagens falam de amor. E porque o amor não é linear, nem igual para todos, li com toda a atenção sobre as diferenças amorosas dos jovens personagens desta história.
  
Rúben escreve com o coração e ao coração dos leitores mesmo sendo bastante jovem. E tal como um Eça de Queirós ou um Camilo Castelo Branco, explanou o assunto do amor numa novela amorosa dos nossos dias. O interessante não foi o facto de o ter feito, mas a forma como o fez. 

Como leitora, gosto de me sentir dentro da história, viver e sentir o mundo dos personagens. Gosto de ler sobretudo livros que me levem para longe fazendo-me sonhar, fazendo-me esquecer por momentos onde estou e porque estou ali. Rúben conseguiu fazer isso. Deixei-me levar pela história e esqueci-me do resto. Cada página que virava, um suspiro eu lançava. Era imensa a vontade de continuar a ler! Até que findo o meu percurso, cheguei ao fim do livro com a sensação de ter lido um clássico de outros tempos. Foi como se uma brecha no tempo se abrisse enquanto me embrenhava na leitura. Quando terminei, tive vontade de repetir. Tive, de facto, vontade de ler tudo outra vez! E foi o que fiz, no regresso a casa. 

Esta, não é uma história de amor tipo conto de fadas. Não há príncipe, nem princesa, nem amor eterno. No entanto, fascinou-me o facto de me sentir dentro da história, tornando-a quase real. O fim poderia ter sido: E viveram felizes para sempre... Mas será que o amor é sempre assim? Poderá a felicidade no amor durar a vida inteira? Quem me dera que assim fosse, ou não fosse eu uma eterna sonhadora!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Camões, Grande Camões, quão semelhante. - Interpretação do poema de Bocage

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje quero fazer a minha interpretação pessoal  de um dos poemas de Manuel Maria Barbosa du Bocage, um poeta controverso na sua época, mas amado por muitos ao longo dos anos.

"Camões, grande Camões, quão semelhante
Acho teu fado ao meu, quando os cortejo!
Igual causa nos fez, perdendo o Tejo
Arrostar co´o sacrílego gigante;

Como tu, junto ao Ganges sussurrante,
Na penúria cruel no horror me vejo;
Como tu, gostos vãos, que em vão desejo,
também carpindo estou, saudoso amante.

Ludibrio, como tu, da sorte dura
Meu fim demando ao céu pela certeza
De que só terei paz na sepultura.

Modelo meu tu és, mas... oh, tristeza!...
Se te imito nos transes da Ventura,
Não te imito nos dons da Natureza."

Bocage,"Rimas"

Este poema de Bocage é lindíssimo. É uma perfeita homenagem ao grande poeta Luís Vaz de Camões. Conseguem sentir o que o Bocage sentiu ao escrever estas palavras? Se não, acompanhe o meu raciocínio.

Em primeiro lugar, é necessário identificar o tipo de poema que temos à nossa frente. Este poema é um soneto, por que? Porque tem duas quadras e dois tercetos. (Cada linha é um verso. O nome dado ao conjunto de 4 versos é: quadra. O nome dado ao conjunto de 3 versos é: terceto.)

Agora que já identificámos o tipo de poema, podemos começar a interpretar cada uma das 4 estrofes individualmente.

Primeira estrofe:

"Camões, grande Camões, quão semelhante
Acho teu fado ao meu, quando os cortejo!
Igual causa nos fez, perdendo o Tejo
Arrostar co´o sacrílego gigante;"

Que palavras não entende nesta quadra? Eu ajudo.

Semelhante = parecido, idêntico, da mesma natureza
Fado = destino
Arrostar = enfrentar sem medo
Sacrílego = profanação, ultraje, impiedade
Gigante = Adamastor 

Nestes versos, Bocage mostra bem o seu sentimento de pequenez, comparando a sua escrita com o talento do próprio Camões. No entanto ele achava que eram bastante semelhantes devido ao facto de terem os mesmos gostos e por serem ambos Portugueses, conhecendo os mesmos lugares como o rio Tejo, por exemplo, lugares que serviram de inspiração para os dois poetas.

Além disso, lembram-se da história do Adamastor? Aquele monstro que vivia no cabo das tormentas (mais tarde, chamado de Cabo da boa Esperança) a atormentar os barcos que se aproximavam, cujo destino era a Índia? É desse personagem que o Bocage fala. Disse Bocage, que Luís de Camões era corajoso, pois enfrentava esse gigante sem medo. Aqui é usada uma metáfora pois, era na arte de poetizar que o Camões não tinha medo.

Segunda estrofe:

"Como tu, junto ao Ganges sussurrante,
Na penúria cruel no horror me vejo;
Como tu, gostos vãos, que em vão desejo,
também carpindo estou, saudoso amante."

Ganges = É um rio que se situa na Índia
Penúria = Miséria
Carpindo = chorar, lamentar-se

Lá está outra vez, o Bocage, a falar sobre os descobrimentos. O Rio Ganges é um dos principais rios da Índia. Provavelmente Camões atravessou esse rio. Camões e Bocage choravam por que motivo? Por causa da miséria que existia em Portugal naquela época.

Terceira estrofe: 

"Ludibrio, como tu, da sorte dura
Meu fim demando ao céu pela certeza
De que só terei paz na sepultura."

Que palavras não entende neste terceto? Eu ajudo.

Ludibrio = Engano
Demando = reclamar, disputar, exigir

Bocage reclamava dos enganos, provavelmente dos enganos políticos da época. E devido à pobreza em que vivia queria reclamar até morrer. Ele sabia que só teria paz quando morresse.

Quarta estrofe:

"Modelo meu tu és, mas... oh, tristeza!...
Se te imito nos transes da Ventura,
Não te imito nos dons da Natureza."

Transes = Agonia, angústia, aflição, 
Ventura = Sorte, destino, acaso, risco

O poeta achava que Camões era o seu modelo na poesia. Mas ao mesmo tempo tinha noção da sua pequenez enquanto poeta. Segundo Bocage, tanto ele como Camões sofriam dos mesmos males na sociedade em que viviam, no entanto Bocage sentia que não chegava aos calcanhares de Camões na arte da escrita. 

Estaria Bocage realmente certo? Ou estamos perante estilos diferentes de fazer poesia?Qual a sua opinião, caro leitor?

sexta-feira, 11 de julho de 2014

As Palavras - de Inês Gama



Queridos leitores e amigos da Rainha, conheci as palavras da Inês quando me foi solicitado que as lesse numa das tertúlias de poesia que tive o prazer de participar. Gostei do que li e recomendo-o, apesar de neste momento me ser difícil adquirir um exemplar pois, como sabem, a minha situação financeira não é das melhores. E por mais que eu queira, não posso comprar o que preciso, quanto mais aquilo que desejo! Bem, findo o pequeno desabafo, quero dizer que apreciei honestamente "As Palavras" porque são palavras de uma jovem poetisa que sabe bem o que diz. Ontem, dia 10 de Junho, a Inês completou as suas 18 Primaveras e por esse motivo deixo aqui uma homenagem a tão nobre e jovem Escritora.


Pediram-me para ler as tuas palavras
numa alegre tertúlia de poesia.
Aceitei de bom grado a ideia
de ler o que ainda não conhecia.

Gostei sinceramente do que escreveste
e identifiquei-me com alguns dos teus poemas.
Passei os olhos ponta a ponta
e esforcei-me para estar à altura
de tão nobre aventura.

Passei no teste das palavras
e com aplausos fui recebida.
Comovida fiquei com a leitura
pois a poesia é a minha vida.

Pelas tuas 18 Primaveras
tenho a dizer o seguinte:
Desejo-te sucesso na vida
e na arte de escrever.
Tens um longo percurso.
Não te deixes perder!

Na aventura da escrita
tens um longo caminho.
Agarra-te ao teu sonho
com emoção e carinho.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pré-visita à Feira do Livro de Lisboa em contexto fotográfico

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje estive na feira do livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII, não para ler ou comprar livros, mas num contexto de aprendizagem fotográfica. Desde os meus 10 anos de idade que sei qual é a sensação de ter uma máquina nas mãos tendo bastante cuidado de não a deixar cair. Em 1995, o meu pai ofereceu-me uma Olympus que ainda hoje guardo religiosamente com todo o carinho. Lembro-me de ir toda contente aos Estúdios Lenisa, um Estúdio Fotográfico, que ainda existe na zona de Caneças, para revelar os rolos de 36 ou de 24 que, por sua vez, continham as mais diversas preciosidades visuais que se possa imaginar. Era um prazer enorme abrir aquele envelope bem recheado de fotografias e contempla-las uma a uma ali mesmo, antes de sair do Estúdio. Agora já não utilizo essa máquina. Os rolos foram ficando para trás por causa da Era Digital. Talvez seja por causa do longo percurso fotográfico amador, caminhando sempre lado a lado com as artes, que me interessei por esta formação de Fotografia.

Deixo-vos algumas imagens deste dia, tendo em mente que o futuro está em aberto. Nunca sabemos quais as nossas paixões, gostos ou competências que podemos adquirir se não sairmos da nossa zona de conforto, realizando coisas novas. Esta é, sem dúvida, uma excelente oportunidade de me lançar num mercado em constante expansão que me trará certamente interessantes resultados a nível Pessoal e também, se possível, a nível Profissional.





quinta-feira, 24 de abril de 2014

Saga: "Senhores do Universo" - Sugestão de leitura (Vídeo)

Queridos leitores e amigos da Rainha, inicio hoje uma nova fase da Rainha. Este é o primeiro vídeo que posto com sugestões de leitura feitas por mim. Espero que gostem! :)


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Um Excelente Presente (de mim para mim)



Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje armei-me em Mãe Natal e fui em busca das prendas perdidas... Escolhi o Centro Comercial Strada Shopping (antigo Odivelas Parque) e fiz questão de entrar em quase todas as lojas. A azáfama das compras fez-se notar no Centro inteiro. As pessoas pareciam formigas de um lado para o outro carregadas com sacos, saquinhos e sacões. Não havia espaço para respirar, no entanto as caras alegres e sorridentes diziam tudo. O Natal, este tempo dedicado à família, desperta em nós sentimentos de bondade, de amor, de carinho uns pelos outros. Infelizmente o Natal não é praticado o ano inteiro. O que faz com que muitas pessoas o utilizem como fachada e consumismo. Ainda bem que essa percentagem é bem pequena em comparação com os valores da amizade e do amor.

Ainda relativamente às minhas compras, acabei por adquirir um livro interessantíssimo dedicado àquelas pessoas que gostam de escrever, assim como eu. O livro: " Escrita em Dia", da autora Margarida Fonseca Santos, é um livro de exercícios práticos que ajudam a melhorar a escrita daqueles que a mantêm como importante nas suas vidas. Este é sem dúvida o melhor presente de sempre de mim para mim.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A História de Fernão Capelo Gaivota


Queridos leitores e amigos, já conhecem a história de Fernão Capelo Gaivota? Não? Então descubram este maravilhoso livro que nos faz sonhar. Encontrei-o entre algumas velharias do velho sótão da casa dos meus pais. Pedi-lhes emprestado. É uma belíssima história de coragem e de luta pela independência e liberdade de escolha. Apesar de ser uma história bem antiga, não passa de moda, pois todos nós ansiamos pelo mesmo. Este livro foi impresso em Dezembro de 1974. 

Deixo-vos um excerto para vos aguçar o apetite.

"-Porquê, Fernão, Porquê?- Perguntava-lhe a mãe. - Porque é que te custa tanto ser como o resto do bando? Porque não deixas os voos baixos para os pelicanos, para o albatroz? Porque não comes? Filho, tu estás penas e osso!
-Não me importo de estar penas e osso, mãe. Eu só quero saber o que posso fazer no ar e o que não posso, é tudo. Só quero saber isso.
-Escuta, Fernão - Disse-lhe o pai com bondade. - O Inverno não está longe. Haverá poucos barcos e o peixe da superfície irá para zonas mais profundas. Se tens necessidade de estudar, então estuda o alimento e como consegui-lo. Esta história está muito certa, mas tens de pensar que não podes comer um voo rasante. Não esqueças que a razão por que voas é comer.
Fernão baixou a Cabeça, obediente. Nos dias seguintes tentou comportar-se como as outras gaivotas. Tentou de facto, gritando e lutando como o resto do bando, em volta dos pontões e dos barcos de pesca, mergulhando sobre restos de peixe e de pão. Mas não conseguiu.
Não faz sentido, pensava ele largando deliberadamente uma anchova suculenta, que lhe custara bastante a ganhar. Não faz sentido... Eu podia ganhar todo este tempo a aprender a voar. Há tanto que aprender!"

Esta história deliciosa vale mesmo a pena ler. Procurem nas Feiras do Livro, junto dos Alfarrabistas ou nas Livrarias mais antigas.

sábado, 7 de setembro de 2013

"Há Raposas no Parque - Crónicas de uma Portuguesa em Londres"


Queridos leitores e amigos da Rainha, este é um dos meus mais recentes livros que tive o prazer de adquirir na feira do livro da estação do Metro do Oriente. Estava na minha pausa de almoço quando decidi passar pela feira. Gosto sempre de dar lá um saltinho para me actualizar acerca das novidades, bem como conhecer novos autores ou os mais antigos cujo trabalho Literário ainda não conheça. E foi numa nestas aventuras diárias que conheci o livro: "Há Raposas no Parque - Crónicas de uma Portuguesa em Londres" de Clara Macedo Cabral. 

Clara Macedo Cabral nasceu em Lisboa, mas vive em Londres desde 2005. Trabalhou como Jurista, estudou música, colaborou num blogue colectivo e numa rádio, tendo já alguns livros publicados fora de Portugal.

Este livro chamou-me à atenção pelo facto de falar sobre a emigração. É a história de uma mulher Portuguesa que deixou o nosso cantinho à beira mar plantado para ir em busca de melhores condições de vida, nomeadamente em Londres, uma cidade com menos sol. Visto que hoje em dia não se fala noutra coisa devido à tão falada crise, pensei que não há nada melhor do que manter-me informada, pois, nunca se sabe quando é que a emigração vira opção. Assim, e porque ando a ler menos por causa do trabalho que tenho, obriguei-me a compra-lo a fim de pelo menos actualizar as minhas leituras.

Já comecei a ler, e recomendo vivamente!

sábado, 3 de agosto de 2013

Conheça o Escritor António Castro

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje lembrei-me de falar sobre um grande amigo e e Escritor de nome: António Castro. Conheci o António no Facebook através do Grupo "Roda d´Arte " do qual eu também faço parte. Surgiu a oportunidade de o conhecer pessoalmente por altura da apresentação do seu livro: "No Reino dos penteados". Foi interessante visto que o mesmo referiu o meu blogue: Rainha das insónias, sem eu estar à espera. Feito que teve um efeito bastante positivo nos meses seguintes nas visualizações e nos comentários.


Agora, deixo-vos com a Biografia do Professor e Escritor António Castro, que recebi pelo próprio.

"António Manuel Antunes de Castro nasceu em Luanda em 1959 e reside no funchal desde 1982. Licenciado em história, possui o Diploma Superior de Língua Francesa e o Curso de Língua e Cultura Italiana. Foi aluno da Faculdade de letras do Porto, da Universidade Italiana de Perugia, do Instituto Italiano, do instituto Português do Porto e da Escola Superior de Educação João de Deus, onde obteve pós graduação em Gestão administrativa escolar. É Professor de Português e História e nos últimos anos tem estado destacado na Divisão de Educação do Município do Funchal. António Castro, publicou o seu primeiro Livro: « Poemas» aos catorze anos de idade, contando já com quase três dezenas de obras publicadas. Para além da participação em Antologias e outras obras colectivas (em Lisboa, em Itália e na Madeira).
A sua poesia foi publicada em Itália (colecção Orchidee), País onde foi galardoado com três Prémios Literários (1989, 2000 e 20129) e está traduzido em Língua Francesa.A sua escrita percorre a poesia, o conto, a crónica, o romance e a Literatura infantil. É autor de letras para canções, tendo participado em diversos festivais em Portugal e na Europa, nomeadamente o "Zecchino d´ Oro" (Itália), o "Canzoni dal Mondo" (Itália) e o "Ti amo" (Roménia). Recebeu vários prémios de "melhor letra" em Portugal, Itália e Roménia. Na R.A.M. foi autor da letra de várias canções vencedoras do Festival da Canção Infantil da Madeira e do Festival da Canção do Faial (Açores).
Desenvolve actividades de promoção do livro e da leitura. acredita ser possível e desejável o desenvolvimento de projectos Literários comuns no âmbito da Literatura em Língua Portuguesa.
"Da minha Rua...chego até à Lua", é o seu livro mais recente e a sua trigésima Publicação".

Segue-se a lista das Obras Publicadas pelo Escritor:

«Poemas», 1974
«Cântico Poético», 1983
«Ser Criança», 1988
«Mar Amor Ilha», 1989
«Viaggio all’Amore Universale», 1989
«Contos», 1990
«Cantamos para ti», 1991
«História em histórias», 1992, com Pedro Rebelo
«histórias com História» , 1992, com Maria Elisa de França Brazão
«Calheta – Roteiro Turístico e Cultural», 1993, com Maria Elisa de França Brazão
«Calheta – Natureza em Fascínio», 1999, com Maria Elisa de França Brazão
«Já não há trapos… E os velhos não existem…», 1999, com Maria Elisa de França Brazão
«Santa Cruz – Voos de asa…na Ilha», 2000, com Maria Elisa de França Brazão
«Santa Cruz – Vols d'aile… sur l'Île», 2000, com Maria Elisa de França Brazão
«No Baú da Criação», 2002, com Maria Elisa Brazão e Maria Hiolanda Vieira
«Novas histórias com História», 2004, com Maria Elisa de França Brazão
«Mala de Aprendizagem: Manual de Língua e Cultura Portuguesas», 2006, com outros autores
«Maior do que a Lenda», 2008
«Livro de Todos: O Mistério do Texto Roubado», 2008, com autores brasileiros
«Leituras Soltas», 2008, com outros autores
«Funchal, uma promessa de Vida», 2010
«Água, Passaporte para a Vida», 2010
«Uma Amizade com Asas», 2010
«Banda Recreio Camponês – A Memória de 100 Anos em Concerto Intemporal», 2010, com Silvina Serrão
«Lendas da Madeira para Crianças», 2011, com outros autores
«A Fogueira Dorme na Bruma», 2011
«SPM: 30 Anos em Defesa da Classe Docente», 2012, com Elisa Brazão
«Na Asa da Ilha...», 2012
«No Reino dos Penteados», 2012
«Da Minha Rua… Chego até à Lua», 2013



Para mais informações sobre a Escrita de António Castro consulte a seguinte página que se encontra no facebook: https://www.facebook.com/Professor.Escritor






quarta-feira, 17 de julho de 2013

A Visão de Louise L . Hay

"Acredito que o amor incondicional é a razão pela qual todos viemos ao mundo. Para o atingirmos temos de começar pela aceitação de quem somos e aprender a amar-nos. Não viemos cá para agradar aos outros ou para viver a nossa vida à sua maneira. A vida só pode ser vivida à nossa maneira e só nós podemos percorrer o nosso próprio caminho."

Citação de Louise L . Hay.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

"Valorize-se, Organize-se" de Cláudio Ramos, na Feira do livro

Ontem estive por Lisboa, a tratar de uns assuntos relacionados com o meu livro, " A Casa das Rosas", e lembrei-me que, já que estava perto, de passar pela feira do livro. Não resisti ao chamamento daqueles livros que me desafiam, desatinam e que fazem com que me sinta em êxtase total. Fui de metro. Saí no Marquês de Pombal e fui direitinha ao Parque Eduardo VII. Fiquei deslumbrada! Não sabia por onde começar e avancei ao acaso pelas filas intermináveis de exemplares que gritavam dentro das prateleiras e que comunicavam telepaticamente comigo dizendo baixinho:«leva-me para casa». Ao chegar a cada stand literário pasmava a olhar para cada título, saboreando o momento. Inspirei fundo e o intenso cheirinho a livros inundou a minha mente numa dança triunfal. Resultado? Fiquei contaminada com uma enorme vontade de comprar tudo. Mesmo tudo! Mas não podia, primeiro porque não tenho espaço em casa para albergar os infindáveis amigos que muito prezo, e por outro lado não tinha assim tanto dinheiro comigo que me permitisse levar todos. Assim, com muita pena minha tive de escolher apenas um. E assim foi. Escolhi o livro: "Valorize-se, Organize-se" de Cláudio Ramos. O livro que ando a namorar há imenso tempo e que finalmente comprei, com o suposto desconto que só as fantásticas feiras do livro permitem. :)


sábado, 11 de maio de 2013

Clube Caminho Fantástico - É de pequeno que se começa.


Queridos leitores e amigos da Rainha. Hoje lembrei-me de ir à gaveta das tralhas mais antigas e sabem o que eu encontrei? Revistas do Clube Caminho Fantástico. Estas eram as revistas das quais fui sócia durante imenso tempo. A mais antiga remonta ao ano de 1997. Nessa altura ainda não tinha acesso à internet e recebia a revista em casa trimestralmente. 

Entre as várias secções da revista, temos: Opinião e Diálogo, O Amigo Secreto, Imaginação à solta, Sugestões de Leitura, Anedotas, Adivinhas, Passatempos e Toca de correspondência.

Estas Relíquias ajudaram-me imenso no meu desenvolvimento literário. Acredito que também pode ajudar o seu filho a desenvolver bons hábitos de leitura e de interactividade com os outros sócios do clube. Além disso tem a oportunidade de conhecer os escritores da sua geração que o irão marcar para toda a vida.

Esta fantástica revista ainda é distribuída gratuitamente aos sócios e o mais incrível é que também está disponível na internet.

Saiba mais clicando no link: http://www.clubecaminhofantastico.pt/

Quem é que ainda se lembra Clube Caminho Fantástico? Teve a oportunidade de ser sócio?

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Diário - A minha primeira forma de expressão Literária


Quando tinha apenas 10 anos recebi o meu primeiro diário. O primeiro de muitos que se seguiram desde essa altura até agora. Um ano antes, tinha começado a interessar-me pela escrita de pequenos contos e histórias que me ajudavam a passar o tempo quando estava sozinha. Desde essa altura que nunca mais parei de escrever.


Tenho por hábito anotar desde essa altura tudo o que acontece no meu dia-a-dia. Tenho ao todo: 12 diários fechados a cadeado e mais uns quantos cadernos e folhas soltas que fui acumulando à medida que a necessidade me chamava para escrever. Como seria de esperar, durante todo este tempo a minha escrita sofreu inúmeras evoluções.

Hoje, continuo a escrever. No entanto, os assuntos em questão são outros e a preocupação estética está sempre presente em cada letra, palavra e texto. Foi a escrita constante no Diário que ditou o meu futuro nas letras porque me fez aprender. Foi um treino diário que me fez evoluir.

Para vos aguçar o apetite, abro uma das páginas deste diário, mais precisamente sobre aquilo que escrevi por altura da Expo 98.

O meu conselho para todos aqueles que têm filhos de tenra idade, é que invistam na cultura e na educação dos mesmos através de coisas práticas. Um Diário é sempre uma boa opção.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A Cidade das Sombras - de Jeanne Duprau

Queridos leitores esta noite deu-me uma insónia desgraçada e não conseguia dormir. Então, levantei-me e olhei para a minha estante cheia de livros e pensei: «Se eu escolher um livro, leio uns dois ou três capítulos e adormeço». Assim, peguei neste livro cuja capa o revela: "A cidade das Sombras" da Autora Jeanne Duprau.

Acham mesmo que consegui adormecer?... Claro que sim, mas foi só depois de devorar literalmente todo o livro. :)

A cidade das sombras é a história de uma civilização que não conhece a luz do dia. Sobrevive apenas porque existe um Gerador que abastece toda a cidade. Acontece que o Gerador está sempre a avariar, o que se traduz em inúmeros cortes de energia e no pânico dos seus habitantes.

Acontece porém que, apesar da preocupação constante na cidade de Ember, ninguém resolve absolutamente nada. Todos vivem com o medo que a luz artificial se apague para sempre. Todos, à excepção de Doon e de Lina, duas crianças inteligentes que por tanto procurar a solução acabam mesmo por encontra-la. Mas para isso têm de enfrentar perigos e fugir daqueles que os impedem de descobrir a verdade. Mas qual é a verdade sobre a Cidade de Ember?

Bem, querido leitor e amigo, para isso vai ter de ler o livro, tal como eu fiz. :) Procurem-no na internet, deve haver alguma livraria que o venda, pois já é antigo.

Uma curiosidade sobre o livro é que há uma adaptação deste mesmo para o cinema. A adaptação é recente. Pode ser que ajude na procura. Boa sorte!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Valorize-se, Organize-se! - Compro/ não compro?

Olho para a pilha de coisas que tenho para fazer. Só tralha por arrumar e roupa por engomar. Penso que está na hora de fazer cá em casa uma limpeza geral. Deitar fora o que não presta e renovar o que tem de ser renovado. Preciso de transbordar de energia outra vez. Mas como começar?

Bem, em alternativa é melhor ler o livro: "Valorize-se,Organize-se!" de Claudio Ramos. Já li uma parte, mas ainda não o comprei. Estou a namorar o livro desde que saiu, mas ainda não tomei coragem. Talvez por que não quero admitir que preciso dele. Verdade seja dita que há momentos que parece que não tenho jeito para nada. É nesses momentos que preciso irremediavelmente dos conselhos de quem sabe.

O livro tem muitos conselhos úteis sobre a organização e valorização pessoal. Como organizar a casa, como organizar a mente, como melhorar a vida profissional e familiar, como ter coragem para seguir os nossos sonhos. Conta com a experiência do autor na primeira pessoa.

E que tal, devo ou não devo comprar o livro? Vamos lá ver se me decido. :)

Já agora, querido leitor, quer comprar o livro? Clique aqui.

domingo, 10 de março de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Colecção " Formiguinha" adaptação do tradicional por João Sereno.




Queridos leitores hoje apeteceu-se falar sobre uma colecção giríssima que faz as delícias dos mais pequenos. A colecção Formiguinha, é uma colecção de pequenos contos tradicionais da nossa infância. Verdadeiros clássicos que eu encontrei nas minhas arrumações recentes. Já nem me lembrava deles!

Tantas vezes os li e tantas vezes os arrumei e desarrumei apenas pela sensação magnífica de ter os livros na minha mão. Como são muito pequenos, cada história pode ser lida em apenas cinco minutos por um adulto. Claro que as crianças demoram sempre mais, não porque não sabem ler mas porque têm mais imaginação e costumam navegar pelas ideias antes de passar à página seguinte. Era o que acontecia comigo.

Não sei se ainda estão à venda ou não, porque são bastante antigos. Mas quem sabe se não os encontra na internet ou através de bibliotecas e livrarias antigas, ou em feiras por exemplo. Confesso que a palavra que me veio à mente quando os vi foi: Saudade.

Que saudade de ser criança! :)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Revista Progredir - Festival Zen



Queridos leitores, como já escrevi em outro post, a Revista Progredir é uma revista digital gratuita que incide sobre o tema: Desenvolvimento pessoal.

Este tema é cada vez mais o foco das grandes empresas e dos indivíduos que querem crescer tanto a nível pessoal como a nível profissional. E a grande preocupação da Progredir é que esse conhecimento esteja acessível a todos os interessados por esta matéria de forma gratuita.

Tendo em conta que são cada vez mais as pessoas que procuram este tipo de conteúdo foram criados vários eventos em que se explora ao máximo este tema. Um desses eventos trata-se do Festival Zen.

Assim, estão todos convidados a participar na 7 ª edição do Festival Zen  nos próximos dias 2 e 3 de Março de 2013.

Para saber mais sobre o programa do Festival Zen clique no link abaixo.

http://www.revistaprogredir.com/festival-zen.html

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas - de Dale Carnegie

Queridos leitores este é um livro que não me agradou pelo título, por isso a princípio rejeitei a leitura. Parecia uma ordem, uma obrigação. Embora saibamos que ter e fazer amigos é algo fascinante, é realmente absurdo sentirmos essa obrigação de alguma forma. Além disso, nunca quis influenciar quem quer que fosse porque abomino todas as formas de controlar os outros.
No entanto, como a curiosidade foi mais forte comecei a ler umas páginas e outras, e depois mais outras e cheguei ao final com a sensação de me ter enganado.
Afinal de contas estava perante um livro magnífico que me ensina as mais diversas formas de agir em diversas situações do cotidiano.
O livro: "Como fazer amigos e influenciar pessoas" ensina-nos a dar maior atenção à forma como falamos com os outros e como reagimos a determinadas situações. Tenho a certeza que quem lê este livro mudará a sua forma de pensar e de agir, para melhor.

Mas atenção, como livro de desenvolvimento pessoal que é, não adianta apenas ler. Se não colocar em prática o que aprende não vai conseguir mudar nada na sua vida. Conheço pessoas que por muito que leiam sobre desenvolvimento pessoal não aprendem. E por quê? Porque não aplicam. Assim, este é mais um daqueles livros para ler passo a passo, capítulo por capítulo meditando e decidindo melhorar os seus tratos com os outros. E atenção não adianta mudar o seu comportamento fora de casa e continuar a ter as mesmas atitudes em casa.  Há que mudar o seu comportamento em todos os sentidos da sua vida. Só assim, aplicando o que aprende diariamente terá sucesso no seu aperfeiçoamento pessoal.