Sigam o meu blogue! Tenho sempre novidades!

Traduza para o seu idioma

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Reflexão:A felicidade não guarda rancor.

A vida compõe-se de momentos fantásticos. Por vezes não sabemos é como reagir a tais momentos. Estamos por vezes tão absortos, pensando em coisas negativas e acabamos por não nos aperceber das oportunidades que estão à nossa volta. As amizades verdadeiras, o amor, rir, socializar, ler um bom livro, tomar chá com os amigos, estar com a família, ver um pôr do sol, apreciar uma paisagem... tudo coisas que fazem parte da vida e que nos passam ao lado quando simplesmente fechamos os olhos para elas. Somos nós que desistimos de ser felizes. Somos nós que mandamos embora a felicidade quando ela nos bate à porta. E ela, a felicidade, fica tão triste que vai embora e desaparece da nossa casa durante o tempo suficiente para que possamos reparar que ela é importante. Quando abrimos os olhos para a vida, ela volta. A felicidade não guarda rancor, porque a missão dela é tornar-nos pessoas mais felizes.

Jovita Capitão.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Não existem limites!

Não existem limites para a mente
ao contrário do corpo que desmente.
Muitos não acreditam infelizmente
e levam uma vida demente.

Não existem limites quando sonho
as fronteiras, passo-as uma a uma.
Viajo por entre terras diferentes
à procura de gentes mais inteligentes.

Não existem limites para o corpo
se por dentro a alma for bem viva.
Vamos sonhar mais alto ainda
para não andarmos à deriva!

Não existem limites
pois, eles são por nós provocados.
Quando pensamos que não conseguimos
vemos os caldos entornados.
Deixamos de ser livres
e esquecemos que somos amados.

-Não existem Limites Fernão!
Já dizia o seu grande amigo.
Se acreditarmos nos sonhos
não corremos grande perigo.

Não existem limites para mim
Porque a vida me ensinou assim!
Que as palavras sejam sempre eternas,
quer sejam antigas ou modernas.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

A História de Fernão Capelo Gaivota


Queridos leitores e amigos, já conhecem a história de Fernão Capelo Gaivota? Não? Então descubram este maravilhoso livro que nos faz sonhar. Encontrei-o entre algumas velharias do velho sótão da casa dos meus pais. Pedi-lhes emprestado. É uma belíssima história de coragem e de luta pela independência e liberdade de escolha. Apesar de ser uma história bem antiga, não passa de moda, pois todos nós ansiamos pelo mesmo. Este livro foi impresso em Dezembro de 1974. 

Deixo-vos um excerto para vos aguçar o apetite.

"-Porquê, Fernão, Porquê?- Perguntava-lhe a mãe. - Porque é que te custa tanto ser como o resto do bando? Porque não deixas os voos baixos para os pelicanos, para o albatroz? Porque não comes? Filho, tu estás penas e osso!
-Não me importo de estar penas e osso, mãe. Eu só quero saber o que posso fazer no ar e o que não posso, é tudo. Só quero saber isso.
-Escuta, Fernão - Disse-lhe o pai com bondade. - O Inverno não está longe. Haverá poucos barcos e o peixe da superfície irá para zonas mais profundas. Se tens necessidade de estudar, então estuda o alimento e como consegui-lo. Esta história está muito certa, mas tens de pensar que não podes comer um voo rasante. Não esqueças que a razão por que voas é comer.
Fernão baixou a Cabeça, obediente. Nos dias seguintes tentou comportar-se como as outras gaivotas. Tentou de facto, gritando e lutando como o resto do bando, em volta dos pontões e dos barcos de pesca, mergulhando sobre restos de peixe e de pão. Mas não conseguiu.
Não faz sentido, pensava ele largando deliberadamente uma anchova suculenta, que lhe custara bastante a ganhar. Não faz sentido... Eu podia ganhar todo este tempo a aprender a voar. Há tanto que aprender!"

Esta história deliciosa vale mesmo a pena ler. Procurem nas Feiras do Livro, junto dos Alfarrabistas ou nas Livrarias mais antigas.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Dicas para reencontrar a inspiração

Queridos leitores e amigos da Rainha, como todos sabem a escrita é a minha vida, mas tal como qualquer escritor que se preze também eu tenho os meus momentos de falta de inspiração. Não é frequente mas é normal, visto que existe tanta coisa a desviar a minha atenção. Assim, lembrei-me de escrever sobre este tema. Desta forma, espero ajudar todos aqueles que também escrevem através da minha experiência pessoal.

  • Sair à Rua: Por vezes saio à Rua para ver outras coisas, ouvir conversas de café, conversar com alguém sobre um tema de interesse actual, ou simplesmente para escrever no meu caderno sobre aquilo que vejo.
  • Conversar com alguém: Quando converso com alguém, muitos temas são desenterrados, os quais podem ser uma mais valia para a escrita.
  • Pesquisar na internet: Por vezes, uma pesquisa aprofundada na internet faz com que mil ideias venham à memória. Além de que me ajuda a perceber a quantidade de vezes que um determinado assunto já foi abordado.
  • Redes Sociais: As Redes Sociais são fontes valiosas de informação. Sejam elas de fonte segura ou não, uma coisa é certa, ideias não faltam. 
  • Ouvir Música: Por vezes, a única coisa que me ajuda a ter inspiração é ligar o rádio e ouvir música. A música reflete sempre o meu estado de espírito, por isso é indispensável para escrever.
  • Ler revistas, jornais e afins: Quando não existe outra fonte de informação, recorro a jornais e revistas. Primeiro, para procurar notícias actuais sobre as quais possa escrever. Segundo, para procurar ideias sobre outros temas que não estejam  a ser desenvolvidos, porém sejam igualmente importantes.
  • Ler um bom livro: E que tal, ler um bom livro quando o tempo o permite? Vale a pena soltar a imaginação através das palavras que outra pessoa escreveu. Muitas vezes acontece que, depois de ler um livro, desato a escrever sem noção das horas.
  • Sair da rotina: A vida é feita de rotinas que se tornam aborrecidas, assim a inspiração é sufocada e não aparece. É bom planear uma coisa diferente. Uma viagem, um passeio, falar com alguém que não se vê há muito tempo, visitar um museu ou algo semelhante são coisas que procuro fazer sempre que caio na rotina.
  • Cozinhar: Quando não há volta a dar o estômago alerta. E lá vou eu para a cozinha preparar algo que me desperte os sentidos.
  • Comer algo doce: E para finalizar, se não puder faze-lo em casa, saio à rua só para comer algo doce. Nada melhor do que comer chocolate. Visto que é um bom estimulante do cérebro ajuda-me sempre a ter ideias doces.

Estas são apenas algumas das coisas que eu faço para reencontrar a inspiração perdida. E vocês? O que vos inspira?

Ao Som das Doze Badaladas

Cinderela estava encantada.
Pelo seu príncipe enamorada.
Não pensava em mais nada
e a ele estava abraçada.

A história parecia um sonho.
Nunca vivera nada assim.
E quando as badaladas soaram
nada ouviu, ou mesmo fingiu
que o tempo parava ali.

No entanto não parou
e o som se propagou.
Ao longe todos ouviram
e alertas emitiram.

Mas a menina sonhadora
só querida que o tempo parasse
e jurou dali não sair
sem que o príncipe se apaixonasse.

Assim, à resvés da oitava badalada
deu-lhe um beijo, enfeitiçada
ao que ele respondeu:
-És tu a minha amada!

Missão cumprida, desatou a correr.
Quase tropeçou na escadaria.
E ainda acenou para o seu príncipe
dizendo que voltaria um dia.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Apetece-me!...

Apetece-me!... Despir-me daquilo que sinto e renascer com ideias diferentes. Apetece-me!...Dançar na chuva à lua cheia. Apetece-me!... Cometer uma loucura e correr para ti agora mesmo. Apetece-me!... Arriscar, acreditar mais, concretizar algo diferente. Apetece-me!... Dar a volta ao mundo sem dizer nada a ninguém. Apetece-me!... Fechar-me numa casa de campo a escrever os meus livros. Apetece-me!... Aquecer-me nos teus braços. Apetece-me!... Ler uma boa história. Apetece-me!...Ser a protagonista da minha história. Apetece-me!... Um gelado de morango. Apetece-me!... Uma tarte de maçã com canela. Apetece-me!...Um chá de frutos vermelhos. Apetece-me tanta coisa diferente! Apetece-me mudar tudo. Apetece-me ser feliz. Apetece-me levar-te comigo. Apetece-me gritar por ti. Apetece-me chamar por mim. Apetece-me voltar à infância! Apetece-me voltar para o colo da minha mãe. Apetece-me voltar a nascer e fazer tudo diferente. Apetece-me tudo...apetece-me nada. Apetece-me tanta coisa que nem sei concretamente o que me apetece mais.

Hoje foi assim - Com Mousse de Chocolate.

Queridos leitores e amigos da Rainha. Eu disse que hoje ia dedicar-me à Mousse de Chocolate e foi o que fiz. Espero que gostem. As imagens dizem tudo! :)







Qual é a sua sobremesa preferida?

Segundo a Rádio Comercial, hoje é dia da sobremesa. As hipóteses de escolha são mais que muitas. Comecei até a imaginar como é bom saborear uma boa Mousse de chocolate ou então mordiscar um pedaço de Bolo de côco. E que tal uma colherzinha de delícia de café? E se for uma gelatina de morango? Hum, já estou a imaginar um semi-frio de café com chantili por cima. E que tal um pequeno brigadeiro com raspas de limão? E uma colher de doce da Avó? Só de pensar no assunto fico com água na boca. Eu gosto especialmente de doces com chocolate mas tudo depende do meu estado de espírito. Qualquer sobremesa serve desde que seja bem doce. Hoje não resisto a fazer a minha famosa Mousse. Querem que vos conte como ficou? Fica prometido!

Diga-me, qual é a sua sobremesa preferida? ;)

domingo, 13 de outubro de 2013

A vida é uma Escola

No corre-corre da vida
não há tempo para respirar
A luta é constante
mas não se pode desanimar.

A vida é uma escola
que nos ensina diariamente.
E cada dia que passa
temos de agir sabiamente.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Arquivo do blogue