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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Tempestade no céu



Estava calor. O céu muito límpido e o sol mostravam que o dia iria ser espectacular. Até que, de repente pequenos farrapos escuros avançavam entre si criando uma só nuvem muito escura e espessa que depressa cobriu o céu anunciando uma valente tempestade. O primeiro relâmpago apareceu e logo de seguida um trovão fez estremecer tudo à sua volta com um estrondo tão grande que me assustou. Depois, os primeiros pingos de chuva começaram a cair numa esfera descontrolada. Um aqui, outro ali e o tempo modificou-se num piscar de olhos incrível. Tudo tão depressa, tudo num ápice. E os raios rasgavam o céu com grandes faíscas iluminando tudo à sua passagem. E o ruído. O intenso ruído ensurdecedor varria todo o espaço. Parecia que o céu se evidenciara dizendo que o poder da natureza é grande e que somos tão pequenos que não podemos fazer nada para controlá-lo. É essa a verdade. O Homem tenta controlar tudo à sua volta mas esquece-se que não somos nada. Somos apenas pequenos grãos de areia quando comparados com o universo, tão grande e tão vasto. É esta severidade que a natureza me quis lembrar hoje com a sua força. E mais um relâmpago, e mais um trovão. E mais uma vez o céu iluminou-se e o estrondo rebentou de novo. E eu apenas observo o fenómeno, com todo o respeito. Mas de repente a chuva começa finalmente a parar. O ruído intenso cessa. E o sol volta a brilhar como se nada tivesse acontecido. Tudo tão rápido, tudo num ápice. Tal como começou a tempestade, assim também acabou dando lugar a um resto de dia magnífico.

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