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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sonhos que deixo por aí

Sonhos que morrem lentamente.
Na mente, na garganta, um sufoco.
Traduzem-se numa espécie de céu,
vazio de esperanças, sem foco.

Sonhos que deixo por aí
ao despir-me da vida que levo.
Deixo morrer no dia-a-dia
aquilo que eu sonhei um dia.

Sonhos que quero realizar
que para minha tristeza
tenho de adiar.

Sonhos que deixo por aí
na esperança de um dia
voltar a sonhar.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

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