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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Diário - A minha primeira forma de expressão Literária


Quando tinha apenas 10 anos recebi o meu primeiro diário. O primeiro de muitos que se seguiram desde essa altura até agora. Um ano antes, tinha começado a interessar-me pela escrita de pequenos contos e histórias que me ajudavam a passar o tempo quando estava sozinha. Desde essa altura que nunca mais parei de escrever.


Tenho por hábito anotar desde essa altura tudo o que acontece no meu dia-a-dia. Tenho ao todo: 12 diários fechados a cadeado e mais uns quantos cadernos e folhas soltas que fui acumulando à medida que a necessidade me chamava para escrever. Como seria de esperar, durante todo este tempo a minha escrita sofreu inúmeras evoluções.

Hoje, continuo a escrever. No entanto, os assuntos em questão são outros e a preocupação estética está sempre presente em cada letra, palavra e texto. Foi a escrita constante no Diário que ditou o meu futuro nas letras porque me fez aprender. Foi um treino diário que me fez evoluir.

Para vos aguçar o apetite, abro uma das páginas deste diário, mais precisamente sobre aquilo que escrevi por altura da Expo 98.

O meu conselho para todos aqueles que têm filhos de tenra idade, é que invistam na cultura e na educação dos mesmos através de coisas práticas. Um Diário é sempre uma boa opção.

4 comentários:

Anne Lieri disse...

Jovita,tb tenho diarios da adolescencia e considero muito importante para as crianças ter essa experiencia.Excelente seu texto e lindo diario!bjs,

Jovita Capitão disse...

Obrigada pelo comentário Anne. :)
Espero que essa forma de expressão não se perca devido às transformações a nível global que se traduzem numa escrita mais digital do que manual. Eu gosto de escrever no blogue porque é uma forma de divulgar a minha escrita, mas continuo a preferir escrever manualmente e só depois transcrevo.

Beijinhos!

Diogo Gonçalves disse...

Em determinada altura da minha vida, resolvi também manter um diário. Algures desde os meus 14 até aos 18 mantive aquilo que chamo: "As Páginas da Minha Vida". Comecei como "forma de terapia" e acabei por manter, ainda de vez em quando o faço, não tão frequentemente.

Jovita Capitão disse...

Olá Diogo, obrigada pelo teu comentário. Acho que, quem tem a escrita como paixão, começa por pequenos passos. Um desses passos é precisamente o diário. E é uma excelente terapia contra as turbulências da adolescência. Quando crescemos ou deixamos de o fazer ou fazemos em menos quantidade porque temos de enfrentar os medos que nos cercam para nos afirmarmos como gente. No meu caso específico continuo a faze-lo porque me ajuda a entender o meu "eu", para poder dar de mim aos outros.