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quinta-feira, 14 de maio de 2015

O poema era eu!

Tentei escrever qualquer coisa.
Mas aquilo que escrevi, apaguei.
Não era aquilo que desejava
por isso, minha atenção desviei.

Olhei para a lua a ver se me lembrava
de algo bonito que pudesse escrever.
Mas a ideia não me apanhava
e eu, nem a ela conseguia ver.

Olhei as flores adormecidas
no imenso jardim que conheço.
E a emoção foi tão forte!...
Isso sim, eu não me esqueço.

Continuei a tentar escrever.
Só que acabei por adormecer.
Mas no dia seguinte percebi.
O poema era eu e estava ali.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

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