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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Abre-se o pano!

Abre-se o pano!
Começa a virtude dos actores.
São eles poetas e sonhadores.

Abre-se o pano!
A assistência vibra com as pancadas
enquanto se acomoda nas bancadas.

Abre-se o pano!
Abre-se um mundo de encanto.
Um mundo de ilusão e de espanto.

Abre-se o pano!
Contam-se histórias, emoções.
Ouvem-se risos e o bater dos corações.

Abre-se o pano!
Ouvem-se os aplausos do lado de lá
ouvem-se sorrisos do lado de cá.

E cai o pano.

E ficam na memória os aplausos e a vida,
que borbulham por trás do pano.
A sensação de extrema alegria
num calmo rio de reconhecimento bem merecido.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

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