Queridos leitores e amigos, este ano a Páscoa é mais contida, mas ainda assim quero desejar que a esperança se renove apesar dos contratempos da vida.
Haja saúde, o resto a gente resolve!
Queridos leitores e amigos, este ano a Páscoa é mais contida, mas ainda assim quero desejar que a esperança se renove apesar dos contratempos da vida.
Haja saúde, o resto a gente resolve!
As pessoas esperam demasiado de mim. Querem que eu me adapte às suas crenças e valores. Mas esquecem que eu também existo e tenho as minhas próprias crenças e valores. Como se costuma dizer, cada qual puxa a brasa à sua sardinha. Eu, naturalmente, tenho as minhas ambições e estas, foram mudando com o passar do tempo. Já não me entusiasmo com qualquer elogio. Primeiro, analiso a fonte e só depois aceito o elogio como genuíno. Já não sou nenhuma criança, vou fazer 36 anos em Setembro. Tenho outras vontades no pensamento. Já conquistei uma série de coisas que o dinheiro não pode comprar, segui o script da sociedade (até determinado ponto) e tento permanecer fiel a mim mesma apesar do caos existente à minha volta. O caos existente é muitas vezes mental devido às inúmeras solicitações nas redes sociais. Silencio muitas vezes essas vozes para tomar decisões ou simplesmente para ter paz. Dizem que a solidão mata. Pois mata. Mas tentar agradar a todos, não é para mim.
Queridos leitores e amigos, hoje decidi fazer um bolo de maçã e canela. Nem imaginam o cheirinho que ficou na minha cozinha! Às vezes, faz-nos falta algo que nos aqueça o coração. E este bolo, cumpriu esse objectivo na perfeição.
Estava a correr para apanhar o comboio. Foi por um triz que me enfiei lá dentro, visto que o seu som estridente já anunciava o fecho de portas para seguir viagem. A viagem foi atribulada. Solavanco para cá, solavanco para lá, não conseguia segurar-me. Por sorte, consegui encostar-me a uma janela. Lá fora estava a chover e o vento rodopiava levantando no ar folhas secas e estranhamente, também pessoas. Tentei fechar a janela, sem sucesso. De repente, o chão começou a tremer e fiquei petrificada. Demorei a perceber que se tratava de um sismo. Fechei os olhos à espera que fosse um pesadelo e quando os abri estava na minha cama, coberta de suores frios, em plena escuridão. Mais descansada, virei-me para o outro lado e adormeci de novo. No entanto, aconteceu mesmo um sismo. Passavam trinta e cinco minutos da uma da manhã quando a terra tremeu, a 8km de Leiria. Foi um pequeno sismo de grau 3 na escala de Richter. A nossa mente é fantástica! Como é que é possível ter sonhado com algo que estava mesmo a acontecer?