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terça-feira, 8 de julho de 2014

Da lua, meu olhar não esquece!

Fechei os olhos e tentei dormir
mas o sono não apareceu,
sorri ao ver que para mim
não existe sono como o meu.

Prefiro sonhar acordada
enquanto caminho pela estrada.
Anseio dormir tranquila
mas por vezes fico perdida.

Enquanto não me encontro
o sono não aparece.
Então, olho as estrelas à noite.
E da lua, meu olhar não esquece.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Para que serve a poesia?

Gosto de poesia. Comecei a gostar porque quando a descobri já brincava com as palavras. Ao princípio não a percebia. Mas o que lia, soava-me bem! Comecei com a rima. Essa é a principal característica dos meus poemas. Nem sempre a poesia tem de rimar, mas eu gosto. Inicialmente ia para a cama a pensar em todas as palavras que rimam. Escola, que rima com bola, que rima com cola, que rima com mola, que rima com sola, que rima com pistola, que rima com... que rima com... que rima com... e às tantas não conseguia dormir porque me entusiasmava demasiado com a brincadeira. Aos poucos aprendi o por quê deste género literário. Para que serve a poesia? Bem, a poesia tem muitas funções. Para quem a escreve, pode servir de relato simples da vida quotidiana, pode servir como exorcismo dos fantasmas do poeta, pode servir para lavar a alma, acalmar o íntimo, ou simplesmente pelo prazer de brincar com as palavras. Existem as mais diversas razões para se escrever poesia. O importante é que esta venha da alma de quem escreve. Escrever poesia implica sintonizar-se com o seu coração para que as palavras sejam verdadeiras. E para o leitor, para que serve a poesia? Serve para apreciar a arte de poetizar, serve para sentir o que o poeta sentiu, serve para se libertar das suas próprias ansiedades, serve para saber que alguém entende o meio em que está inserido. E é tão importante entender o poeta! Na minha opinião, a poesia deve ser algo fácil de entender, para que o sentimento vivido pelo poeta seja partilhado com o leitor de forma concreta. 

Ser Vendedor - Acróstico

Servir o cliente.
Entender, estar ciente.
Reavaliar com a mente.

Vencer os obstáculos.
Evidenciar factos.
Não desistir à primeira.
Driblar os medos.
Endireitar-se na cadeira.
Dirigir os seus passos.
Obter sucessos.
Reavaliar retrocessos.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Tenho de lá voltar!



Parece que foi ontem que saí destas instalações com uma saudade antecipada. Tenho de lá voltar para ir buscar o meu certificado de fotografia, mas ainda não fui contactada a esse respeito. Aliás, penso que ainda ninguém foi contactado neste sentido. Ah, mas tenho de lá voltar. Foram muitos os momentos vividos, os momentos captados com olhos de ver, com a objectiva que me acompanha a cada passo que dou. Tenho de lá voltar e matar as saudades de um curso que aos poucos me abre portas valorizando os meus conhecimentos.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O que me reserva, o futuro?

Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje começa uma nova etapa da minha vida. A luta pela sobrevivência tem sido uma constante e espero bem que todo este esforço resulte de forma positiva. Por vezes, temos de fazer escolhas para alcançar os nossos objectivos. Nem sempre essas escolhas são fáceis, mas são importantes para o nosso crescimento. Espero que consiga estabilizar, de modo a trazer mais e melhor conteúdo para a minha escrita, além de adquirir experiência extra para aquilo que já faço diariamente. Quem sabe, o que me reserva o futuro!... As incertezas agitam-me, mas sei que mais tarde ou mais cedo, vou conseguir!

sábado, 5 de julho de 2014

Capela da Confiança

Capela de Nossa Senhora da Confiança, foto de Jovita Capitão.

Conheci esta capela
num dia de poesia.
E tenho uma certeza:
Vou voltar lá, um dia!

Neste dia de alegria
a inspiração foi preciosa,
para sair dali a escrever
em poesia e em prosa.

Não professo a fé
dos muitos que por aqui passam
mas deslumbrei-me com a paisagem
que de muito longe, me pareceu uma miragem.

Sou crente, mas não perfeita.
Por isso não há maleita
que me não persiga.

Mas sou uma moça direita,
educada com princípios
e com olhos de ver a vida.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Lisboa - O olhar da Rainha



Lisboa, minha cidade!
Fresca memória que precede
uma vasta canção que mede,
o ritmo de uma cidade inteira.

Lisboa, de aventureiros navais,
de poetas e outros tais.
De cultura, de arte e muito mais!

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

A revolta!

A Troika roubou-nos tudo.
Roubou-nos o pão e o queijo.
Apenas a faca deixou
para que se seguisse o cortejo.

Tantas vidas que se vão
por um simples pedaço de pão!
A Troika tirou a razão
a quem um dia sensato foi.

Não entendo este sofrer,
se dignidade todos merecemos!
O que foi que fizemos
para esta cruz termos de levar?

Malditos os governos
que nos fazem sonhar!
Com mentiras, enlaçados,
continuamos a marchar.

Para onde vamos neste caminhar?
A revolta é que me atrai.
Vamos para a estrada gritar!
Porque um Governo também cai.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

Sonhos que deixo por aí

Sonhos que morrem lentamente.
Na mente, na garganta, um sufoco.
Traduzem-se numa espécie de céu,
vazio de esperanças, sem foco.

Sonhos que deixo por aí
ao despir-me da vida que levo.
Deixo morrer no dia-a-dia
aquilo que eu sonhei um dia.

Sonhos que quero realizar
que para minha tristeza
tenho de adiar.

Sonhos que deixo por aí
na esperança de um dia
voltar a sonhar.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O Portefólio da Rainha

Queridos leitores e amigos da Rainha, já visitaram o meu portefólio fotográfico?

Intemporal, Barragem do Cabril, 2014


Intemporal

Deito os meus olhos na paisagem.
Ao fundo corre um calmo rio.
Nas suas margens, a folhagem,
conversa deveras em desvario.

Intemporal, esta barragem.
Sempre igual, esta paisagem.
Mudanças ocorrem apenas no interior
desta encantadora terra, de máximo esplendor.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Telegatia

Quando pensei em escrever
sobre a gata Virtude
fui logo a correr
buscar um açude

Escrevi, escrevi
e postei no mural.
Só não percebi  que o momento
era tão telegatal.

Jovita Capitão, Rainha das Insónias

Queridos leitores, este poema vem na sequência do mesmo assunto do post anterior sobre a gata Virtude.

A gata Virtude

Imagem do Facebook

Numa animada conversa no Facebook, saíram alguns poemas. Tudo por causa de se dizer que no meio é que está a virtude. E eu que pensava que era um gato que estava ao meio da foto, descobri que: se no meio é que está a Virtude, só podia ser uma gata. 

Abaixo estão os referidos poemas dedicados à gata Virtude. Espero que gostem.



A gata virtude, por Jovita Capitão.

A virtude era uma gata
que gostava de comer
no prato nada sobrava
passava a vida a lamber.

Quando nada
no prato restava,
desatava a miar.

Vinha a Dona
que ela amava
e começava a ronronar.

Se tivesse uma gata
desta natureza
seria uma Virtude
com toda a certeza.


A gata Virtude, por Ana Paula Soares.

Ia um dia a Virtude
comer um bom carapau.
Mas detrás de um talude
Apar´ceu um pica-pau!

- Passa para cá esse peixe!!
Diz ele com um ar mau...
- Amigo, pelo menos deixe
Qu´eu prove de sal...MIAU, MIAUUUU!!!


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Os bolos da minha tia!

Queridos leitores e amigos da Rainha, esta semana começa com coisas doces. Estes são os bolos da minha tia. Para encomendar podem ligar para o número: 934519796. Peçam para falar com a Sra. Maria dos Anjos Saramago. Pedidos aceites na zona de loures e arredores.