Caminhei de pés descalços
pela areia humedecida
senti a brisa no meu rosto
e frio por estar despida.
O Inverno não tardaria a chegar
e eu, nada tinha para me agasalhar.
Só o mar me prometia
abraçar-me, talvez um dia.
Preferi continuar
naquela estranha caminhada.
Para por fim acordar
na minha cama, gelada.
Estremunhada percebi
que não passava de um sonho.
Excepto o frio que me apanhou
e naquela madrugada me gelou.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
O Natal Chegou!
No primeiro dia de Inverno
a temperatura baixou.
Preparei o meu caderno
e disse: O Natal chegou!
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
a temperatura baixou.
Preparei o meu caderno
e disse: O Natal chegou!
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
A minha Equipa
Queridos leitores e amigos da Rainha, hoje quero falar sobre a minha equipa. Quero agradecer a todos por este excelente ano de trabalho e dar os parabéns àqueles que conseguiram realizar sonhos.
Esta é a minha Equipa. Tenho pessoas de todas as idades. Dos 18 Aos 80 anos, mas todos com uma vontade incrível de fazer a diferença na vida de alguém.
Este, foi um ano de muitas alegrias, de muita luta, de muita dedicação e valeu a pena todo o esforço. Acredito que 2016 vai ser ainda melhor.
Os meus planos para a minha equipa são muito claros. Quero que todos os membros consigam realizar tudo aquilo que pretendem. A minha missão é ajudar.
Hoje, fiz um pequeno desvio da minha escrita para reconhecer o trabalho de todos. Porque além da escrita, tenho outras tarefas que são igualmente importantes.
A Rainha das Insónias deseja a todos Boas Festas e um Novo Ano cheio de coisas boas!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Pontos de vista
A vida é como um livro. Nasce numa pequena ideia, desenvolve-se através de uma palavra. Por sua vez a palavra transforma-se em frase e de repente a frase ganha outro sentido porque a pessoa em questão cresceu e mudou de ponto de vista.
Esta sou eu. As ondas vêm e vão para cá e para lá e eu embarco em cada aventura com a esperança que a esperança me leve para um lugar melhor. Uma vez desiludida com a situação, sigo um outro caminho.
Já não sou aquela menina que escrevia diários ou poemas trancada no quarto, cujos sonhos imperavam a cada manhã ou a cada noite. Já não sou ingénua ao ponto de pensar que o mundo é cor-de-rosa e que nada de mal me acontecerá.
Cresci. Sou a mesma, mas com pensamentos muito diferentes. Já conheço a dor, a tristeza, a esperança e a felicidade. Já reconheço o valor de uma sincera amizade ou de um amor arrebatador.
Mas a história agora é outra.
Aos trinta anos dou-me conta de que o sonho apesar de intocável do ponto de vista infantil da minha cabeça, pode ser corrompido pela maldade alheia a qualquer momento. Este, é motivo suficiente para atentar naquilo que acontece à minha volta com a devida atenção.
Hoje, deu-me para isto. Precisei reflectir e desabafar sobre coisas que me incomodam, sem que com isso tivesse de revelar pormenores daquilo que não gosto. Apenas sei que estou por minha conta e risco nesta vida e que grande parte da população que existe no planeta terra não chega aos calcanhares dos aliens das histórias infantis que li em pequena.
Quem me dera que essas histórias, que fizeram as delícias do meu imaginário, prosseguissem da mesma forma agora que já sou adulta. Serviriam, pois, para adoçar o meu coração em vez de deixa-lo mais endurecido.
Neste desabafo de última hora, penso apenas que a melhor forma de não me desiludir com as pessoas é fazer aquilo que me der na telha. Para quê esperar tanto dos outros? Acho que aprendi a lição.
Sobre o Canto
Gostava de saber cantar,
tal como escrever, sei.
Inspiração teria?
Minha voz tremeria?
Enfim...
Só saberei se experimentar.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
tal como escrever, sei.
Inspiração teria?
Minha voz tremeria?
Enfim...
Só saberei se experimentar.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
sábado, 12 de dezembro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Febre
Sinto uma febre que me impele a escrever.
Sinto que algo preciso falar.
Algo cá dentro que se faz notar.
Sei que algo merece viver.
Começo a criar num acto desesperado.
As letras se desmancham a cada enquadro...
Mas eu não desisto e vou no encalço
mesmo com um aparente cansaço.
Nada me vai impedir de escrever.
Nada me indica que eu vou perder.
Por esse motivo quero continuar.
A minha história continuarei a escrever.
Esta vontade louca de escrever,
sinto-a cá dentro. Pareço ferver.
Quero falar o que trago na alma
num anseio de ficar mais calma.
Tudo na vida tem um por quê
Se eu escrevo, há uma razão.
Continuarei a escrever qual vulcão
Nem que seja só para quem lê.
É de louvar, quem não desiste dos sonhos
É de elogiar quem tropeça, mas se levanta.
Num momento de ruptura há sempre esperança.
Vamos acreditar que há tempos melhores.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
Sinto que algo preciso falar.
Algo cá dentro que se faz notar.
Sei que algo merece viver.
Começo a criar num acto desesperado.
As letras se desmancham a cada enquadro...
Mas eu não desisto e vou no encalço
mesmo com um aparente cansaço.
Nada me vai impedir de escrever.
Nada me indica que eu vou perder.
Por esse motivo quero continuar.
A minha história continuarei a escrever.
Esta vontade louca de escrever,
sinto-a cá dentro. Pareço ferver.
Quero falar o que trago na alma
num anseio de ficar mais calma.
Tudo na vida tem um por quê
Se eu escrevo, há uma razão.
Continuarei a escrever qual vulcão
Nem que seja só para quem lê.
É de louvar, quem não desiste dos sonhos
É de elogiar quem tropeça, mas se levanta.
Num momento de ruptura há sempre esperança.
Vamos acreditar que há tempos melhores.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
Os sonhos brilham
Quando sabemos quem somos
corremos na direcção dos sonhos.
Nada escapa ao nossos olhar
e começamos a brilhar.
Qual estrela invernal
que aparece no Natal,
nas noites frias do inverno.
Ou num poema escrito num caderno.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
corremos na direcção dos sonhos.
Nada escapa ao nossos olhar
e começamos a brilhar.
Qual estrela invernal
que aparece no Natal,
nas noites frias do inverno.
Ou num poema escrito num caderno.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Festa de Natal
Na festa de Natal da LR
vesti-me de forma elegante.
Queria estar no meu melhor.
Por isso vesti-me a rigor.
A Carla foi de vermelho.
Como a época festiva pede.
Já eu, escolhi o verde
para combinar com o pinheiro.
Nos pés, sapatos pretos
para dar mais cor ao vestido.
Ah, e um sorriso no rosto!
Isso, é sempre permitido.
Na festa diverti-me
como já é habitual.
E de amor revesti-me
qual época de Natal.
Jovita Capitão, Rainha das Insónias.
domingo, 6 de dezembro de 2015
Entrevista na Rádio RDS
Queridos leitores e amigos da Rainha, este Sábado tive a oportunidade de entrar nos estúdios da Rádio RDS e posso dizer que fiquei deveras agradecida pelo convite à conversa pelo meu amigo Carlos Pinto Costa, locutor da mesma.
A nossa conversa assentou em pontos muito importantes no que toca à importância da Cultura e da consciencialização da leitura pelas camadas mais novas da nossa sociedade.
Ao longo da nossa conversa, também falei um pouco acerca de mim e das minhas origens. Expliquei o porquê de ter começado a escrever, o que sinto enquanto escrevo, o conteúdo dos meus poemas e os projectos que tenho para o futuro.
Se não teve oportunidade de ouvir a entrevista, convido-o a ficar desse lado e acompanhar todo o meu trabalho nesta área tão vasta que reúne Literatura, Arte, Cultura, fotografia, Música, Eventos, e muito mais.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
É Meu!
Sim, este é meu. Mas também pode ser seu.
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sábado, 28 de novembro de 2015
RDS - O Convite
Queridos leitores, o que fariam se fossem convidados para dar uma entrevista? E se essa entrevista fosse na rádio? E se o assunto fosse sobre aquilo que vocês mais amam fazer?
Queridos leitores e amigos, fui convidada pela RDS Rádio a participar de uma interessante conversa literária no próximo dia 5 de Dezembro entre as 16h e as 17h.
Apresentação do livro "Alma Sentida" de Ana Marques
Ontem estive na Apresentação do livro da minha amiga e escritora Ana Marques.
A Ana, escreve poesia tal como eu.
E tal como eu tem o simples desejo de comunicar com as palavras.
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